FEM-CUT/SP inicia reuniões com grupos patronais

Publicado em: 17 mai 2018

20181904_negociaopermanenteg8_fotomarinaselerges1-not15625Na quinta-feira, 19 de abril, FEM-CUT/SP  (Federação dos Metalúrgicos filiados à CUT do Estado de São Paulo), se reuniu com representantes de alguns sindicatos patronais do antigo Grupo 8. Ainda não há definição da composição deste grupo. Na ocasião, a bancada dos trabalhadores(as) retomou a mesa de negociação permanente para apresentar proposta de Convenção Coletiva de Trabalho.

O advogado Dr.Raimundo Oliveira, assessor jurídico da Federação, explicou que a proposta de Convenção segue uma linha cautelosa. “Por ser tratar de uma proposta, ela será apresentada, debatida até que as partes cheguem a um entendimento”, afirmou Oliveira.

O documento apresentado para a bancada patronal é a nova proposta de Convenção Coletiva de Trabalho. “O que estamos apresentando aos grupos patronais é um novo documento, moderno, melhor organizado e de fácil entendimento para os trabalhadores/as, com todos os direitos que já conquistamos até agora”, comentou Luiz Carlos da Silva Dias –  Luizão – presidente da FEM-CUT/SP.

Já no dia 26 de abril, FEM-CUT/SP realizou a segunda reunião da mesa de negociação permanente com o Grupo 3 – autopeças, parafusos e forjaria.

A bancada patronal valorizou a iniciativa da Federação em antecipar as negociações sobre a Convenção Coletiva de Trabalho se utilizando da cláusula de negociação permanente.

Com a antecipação das negociações, o objetivo da FEM-CUT/SP é construir uma Convenção Coletiva de Trabalho humana, que barre todas as barbaridades da Reforma Trabalhista e proteja todas as cláusulas sociais que a categoria já conquistou. “Não podemos esquecer que o fim da ultratividade ameaça todos os nossos direitos, já que se em 31 de agosto não tivermos um novo acordo, a convenção anterior não terá mais validade”, alertou Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, presidente da Federação.

O dirigente relembrou que o pleito pela prevalência do negociado sobre o legislado sempre foi patronal, e agora é preciso fazer com que a negociação seja valorizada. “É necessário que o empresariado brasileiro nos leve a sério e parem de tomar medidas sem dialogar com os sindicatos. É preciso que as empresas estejam dispostas a negociar e interrompam as decisões intransigentes e unilaterais”, finalizou Luizão.

Assim como aconteceu em 2017, o eixo central das negociações com os grupos patronais durante este ano é a importância da Convenção Coletiva de Trabalho.  “A CCT é a bíblia do trabalhador, e a categoria sabe da importância de cada item deste documento. Estas cláusulas que garantem uma série de direitos, que já tinham grande valor, passaram a ter ainda mais a partir do momento que o governo ilegítimo rasgou nossa CLT”, complementou Luiz.

 

 

Escrito por Tadeu

Jornalista e Assessor de Imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos de Itu e Região

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