Trabalhadores (as) da Emicol rejeitam banco de horas
 

Os trabalhadores (as) da empresa Emicol, rejeitaram no dia 9 de junho, a proposta da empresa para implantação de um banco de horas.
No mês de novembro de 2008, quando a propaganda negativa da crise se alastrava por todo o país, o Sindicato dos Metalúrgicos de Itu e Região procurou diversas empresas da base para propor um acordo e assim garantir os postos de trabalho. Inúmeras empresas conversaram com o Sindicato, e juntos buscaram uma alternativa para manter o emprego do trabalhador. A Emicol também foi procurada e assim como as demais, notificadas através de oficio protocolado, demonstrando intenção do Sindicato em sentar para conversar. Porém a resposta foi negativa e nos meses de dezembro e janeiro mais de 200 trabalhadores (as) foram demitidos.
A direção da empresa alegou problemas de concorrência com os produtos vindo da China e que a questão da famigerada Crise Econômica Mundial, não estava afetando a empresa.
Pois bem. Passado alguns meses, a empresa procurou o Sindicato dos Metalúrgicos de Itu e Região para conversar sobre a implantação do banco de horas. Assim o Sindicato orientou como seria o procedimento de votação e também como o acordo seria redigido.
No dia 4 de junho, uma grande assembléia foi realizada na porta da fábrica com todos os trabalhadores (as). Nela, os diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de Itu e Região leram o acordo e tiraram as dúvidas dos trabalhadores (as). Ficou acertado o dia da votação para 9 de junho.
Assim conforme acordado, durante o dia 9 de junho ocorreu a votação. O processo de votação teve como mesário e fiscais, os cipeiros eleitos pelos trabalhadores (as) da empresa.
Ao final aconteceu a contagem dos votos onde se obteve o seguinte resultado: NÃO – 790 votos – SIM 154, ficando o o banco de horas rejeitado pelos trabalhadores
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