Grupo 3: Federação protocola aviso de greve à bancada patronal

 

   Outro setor que não teve acordo sobre a proposta de reajuste salarial foi o Grupo 3 (representado pelos sindicatos patronais Sindipeças, Sinforja e Sinpa). A negociação entre a Federação dos Metalúrgicos e a bancada patronal aconteceu na quarta-feira, dia 4 de setembro.

    O coordenador da bancada, Drauzio Rangel, apresentou a proposta de reajuste salarial de 4,52% (inflação projetada pelo INPC para setembro) sem aumento real. A Federação protocolou imediatamente comunicado de greve à bancada patronal. “Vamos realizar também assembléias com os trabalhadores do setor neste final de semana. Se a bancada patronal não apresentar uma nova proposta vamos parar as fábricas”, avisa Biro.

 

Nova negociação            

 

    A bancada patronal, porém, propôs uma nova negociação com a Federação no dia 11 de setembro, às 10h, na sede da entidade patronal. A Federação cutista representa 115 mil metalúrgicos do segmento do Grupo 3 em todo o Estado, e a data-base é agora em setembro.

    Outro setor que não teve acordo sobre a proposta de reajuste salarial foi o Grupo 3 (representado pelos sindicatos patronais Sindipeças, Sinforja e Sinpa). A negociação entre a Federação dos Metalúrgicos e a bancada patronal aconteceu na quarta-feira, dia 4 de setembro. O coordenador da bancada, Drauzio Rangel, apresentou a proposta de reajuste salarial de 4,52% (inflação projetada pelo INPC para setembro) sem aumento real. A Federação protocolou imediatamente comunicado de greve à bancada patronal. “Vamos realizar também assembléias com os trabalhadores do setor neste final de semana. Se a bancada patronal não apresentar uma nova proposta vamos parar as fábricas”, avisa Biro.

 

Negociação: 11/09

 

    A bancada patronal, porém, propôs uma nova negociação com a Federação no dia 11 de setembro, às 10h, na sede da entidade patronal. A Federação cutista representa 115 mil metalúrgicos do segmento do Grupo 3 em todo o Estado, e a data-base é agora em setembro.

 

 

 

Fonte: Viviane Barbosa - FEM